E aí
Uau, que invenção de moda é essa? Nada, só eu sendo eu como sempre. Eu penso em muitas coisas. De verdade, eu estou sempre pensando em muitas coisas. Por fora tudo calmo (geralmente), por dentro caos. Já é assim há algum tempo. Não faço terapia. Talvez devesse. Ou talvez não. Não acredito em ir para a terapia simplesmente porque sim. Sabe aquelas pessoas que vão porque "querem se conhecer melhor"? Tosco. Motivo tosco. Tem que ser mais que isso, se não você tá perdendo seu tempo. Terapeuta ou analista, eles não estão lá pra ser meras ferramentas da sua jornada de autodescoberta ou pra te dar conselhos. Pra isso é que existem amigos, né? E terapeuta não é amigo. Eu sinto que preciso é de amizades e oportunidades, não de terapeuta (por enquanto). Mas quem sabe? Talvez daqui um tempo eu apareça aqui para dizer que estava errada e na verdade eu precisava terapia mesmo. Cenas para os próximos capítulos...
O que é esse blog? E que história é essa de fazer um blog em pleno 2024? Pois bem, eu já tive vários blogs/páginas sobre várias coisas. A maioria relacionada à moda e música, coisas que amo. Sempre dancei e sempre fui motividada por música desde que me entendo por gente, na verdade até antes. Minha primeira memória envolvendo música é de quando eu tinha uns 3 ou 4 anos, lá no comecinho, quando minha mãe cantava para mim. Pelo que me recordo, ela quase sempre cantava para eu dormir. Eu lembro até quais eram as músicas. Eu não fui uma criança de computadores ou televisão, eu fui uma criança de CDs e rádio. Os CDs eram em maioria músicas folclóricas ou gospel e, no rádio, as primeiras músicas que lembro ter ouvido foram "Bad Romance" da Lady Gaga (lançada em 2008, ano em que completei 7 anos de idade) e "Cachorrinho" da Kelly Key (lançada em 2001), que era popular na rádio da cidade e eu sabia cantar de cór. Meus primeiros ídolos? Assim como para muitos da minha geração, foram a galera de Rebelde. Roberta era quem eu queria ser quando crescesse. Botas de cano alto eram meu sonho de consumo. Anos mais tarde, quem assumiu meu coração foi Joelma. Depois tive uma fase belieber, uma fase fã de estrelas Disney (Demi Lovato, Selena Gomez e Miley Cyrus), uma fase fã da Miranda Cosgrove e da Jennette McCurdy (tive até página de fãs para essa última), uma fase Ariana Grande... Enfim! Foram várias obssessões ao longo dos anos, que me ajudaram a moldar preferências e estabelecer uma identidade. Mas no fim, assim como Raul Seixas, sou uma metamorfose ambulante. Não me imagino gostanto exatamente das mesmas coisas daqui há cinco anos. Não sou assim. Nunca fui. Voltando ao ponto inicial desse parágrafo, esse blog existe para eu expressar meus desejos e as coisinhas que fazem eu ser eu. O que eu penso mas não falo. Eu. Aí daqui há cinco anos eu posso olhar para isso e pensar "MEU DEUS QUE MINA ESTRANHA EU ERA." Como se daqui há cinco anos eu fosse deixar de ser estranha. Eu do futuro! Eu aposto que você continua mudando o tempo todo, nunca satisfeita. E tá tudo bem.
Abril começou. A última música que ouvi foi "bye", da Ariana Grande.
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